Após
a polêmica causada pelo fato de a corregedora do Conselho Nacional de
Justiça, Eliana Calmon, ter cobrado investigação severa nas altas cortes
do país, agora a baiana volta ao olho do furacão com declarações acerca
da lentidão do judiciário brasileiro. “Esses atrasos comprometem a
imagem da Justiça no Brasil e no exterior”, atesta Eliana. Ela acredita
que é preciso “proteger” determinados processos e garante que muitos
casos complexos só começaram a tramitar mais rapidamente depois que a
corregedoria mostrou interesse. A solução de vários desses processos
também é cobrada pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Atualmente, o Justiça Plena tem 70 casos cadastrados – outros três que
constavam da lista já foram resolvidos. Um dos processos mais antigos é o
caso Paulipetro, que envolve o ex-governador de São Paulo Paulo Maluf. A
ação popular, que está em fase de execução, tramita há mais de 30 anos
para apontar responsabilidades no consórcio firmado entre o então
governador e a Petrobras na tentativa de encontrar petróleo em São
Paulo.
Agência Brasil
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